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Povo Guarani Mbya • Imaruí — SC

Tekoá Marangatu — presença Guarani em Imaruí

Uma comunidade Guarani Mbya no território de Imaruí, onde cultura, língua, espiritualidade, educação, artesanato e relação com a natureza permanecem vivos entre gerações.

Patrimônio cultural vivoPágina documental
Escola da Aldeia Tekoá Marangatu com mural de mulher indígena Guarani e crianças caminhando no pátio
Escola indígena e pátio da Aldeia Tekoá Marangatu, em Imaruí. Foto: Portal de Turismo de Imaruí.

Esta não é apenas uma página sobre um lugar para visitar

A Tekoá Marangatu é uma comunidade viva do povo Guarani Mbya. Qualquer visita deve respeitar as regras, a privacidade, os costumes, os espaços sagrados e a autonomia da própria comunidade. O Portal Turístico apresenta informações públicas e documentadas, mas não fala em nome da comunidade.

Em poucas palavras

Localização
Rio D’Una / Cachoeira dos Inácios — Imaruí/SC
Povo
Guarani Mbya
Território
Área indígena em Imaruí
Caráter
Comunidade viva • cultura • educação • espiritualidade • natureza
Dados numéricos: leia com atenção

O Portal Municipal de Turismo de Imaruí descreve a aldeia como formada por cerca de 200 pessoas, em aproximadamente 55 famílias, ocupando uma área de 81,5 hectares. Já a base Terras Indígenas no Brasil, do ISA, registra para a Reserva Indígena Cachoeira dos Inácios população de 316 pessoas e área de 80 hectares. O artigo acadêmico publicado na revista Tellus (2024) indica 81,51 hectares. São levantamentos de fontes e períodos diferentes: o portal registra a divergência em vez de escolher um número. População não é dado permanente.

População atualÁrea exata

Fonte: Portal Municipal de Turismo de Imaruí · Terras Indígenas no Brasil (ISA) · Revista Tellus (2024)

Um território dentro de Imaruí

A Tekoá Marangatu está em área rural do município de Imaruí, na região de Rio D’Una. A produção acadêmica identifica o mesmo lugar como Cachoeira dos Inácios, nome pelo qual a área também aparece em bases de dados sobre terras indígenas.

Trata-se de um território de moradia, roça, mata e cursos d’água — não de um endereço turístico. Por isso esta página não publica endereço postal, coordenadas nem marcador de mapa.

Mapa

Localização detalhada não publicada pelo portal por respeito à comunidade.

Fonte: Alves, Campos, Nunes Júnior, Noelli, Batanolli e Silva (Tellus, 2024) · Portal Municipal de Turismo de Imaruí

Como chegar

O deslocamento até a região tem como referência os eixos rodoviários que ligam a BR-101 ao interior de Imaruí, com destaque para a SC-437. Fontes municipais associam o acesso histórico à aldeia a esse caminho, a partir da região do trevo norte de Imbituba.

O portal não afirma que esse seja o único acesso atual, nem publica trajeto detalhado, distância ou tempo de viagem. Parte dos acessos ocorre por estradas rurais, cujas condições variam.

Antes de se deslocar, confirme previamente com a comunidade as condições de acesso e a possibilidade de visita.

Rota detalhadaDistâncias e temposCondições das estradas

Uma história de território, deslocamento e permanência

A história da Tekoá Marangatu não começa com a aquisição da área atual. Ela é parte de uma trajetória mais longa do povo Guarani Mbya, marcada por caminhos, permanências e deslocamentos entre diferentes lugares do litoral sul catarinense — muito antes de existir um espaço próprio reconhecido em Imaruí.

Segundo o artigo publicado na revista Tellus em 2024, a área hoje ocupada, conhecida como Cachoeira dos Inácios, tem 81,51 hectares e foi adquirida em 1999 pela Funai com recursos de compensação pela passagem do Gasoduto Bolívia-Brasil pelas Terras Indígenas Morro dos Cavalos e Maciambu. Os autores registram que, na época, os Guarani dessas aldeias decidiram usar o recurso da indenização para garantir segurança territorial a comunidades que aguardavam regularização fundiária pelo poder público.

É importante distinguir: território tradicional Guarani, deslocamentos históricos, aquisição da área atual, situação fundiária e vida comunitária contemporânea são coisas diferentes. A área atual não representa a totalidade do território tradicional Guarani, e sim o espaço no qual a comunidade constrói hoje sua vida.

Na base Terras Indígenas no Brasil, a área aparece com situação jurídica “Reservada”, categoria distinta de terras tradicionalmente ocupadas em processo de demarcação. Registros institucionais, entre eles ações do Poder Judiciário de Santa Catarina, também documentam relatos de lideranças sobre moradias anteriores e deslocamentos até a conquista de um espaço próprio.

Situação fundiária atualCronologia detalhada dos deslocamentos

Fonte: Revista Tellus (2024) · Terras Indígenas no Brasil (ISA) · TJSC — Mulheres Indígenas

Linha do tempo documental

Cada marco abaixo corresponde a um registro público. Ausência de registro não significa ausência de história: significa apenas que o portal ainda não localizou documentação.

  1. Antes da área atual

    Registros e relatos indicam presença e deslocamentos de famílias Guarani por diferentes locais do litoral sul catarinense antes da conquista de um espaço próprio em Imaruí.

  2. 1999

    Segundo artigo acadêmico publicado na revista Tellus (2024), a área de 81,51 hectares conhecida como Cachoeira dos Inácios foi adquirida pela Funai com recursos da compensação pela passagem do Gasoduto Bolívia-Brasil pelas Terras Indígenas Morro dos Cavalos e Maciambu.

  3. 2002

    Registro secundário indica a inauguração da Escola Indígena Tekoá Marangatu, multisseriada e bilíngue, em Cachoeira dos Inácios.

    Data ainda não confirmada em fonte oficial.
  4. 2024

    Publicação do artigo “Nhandereko Yvyrupá Py: modo de viver Guarani na Terra Indígena Tekoá Marangatu, Imaruí, SC”, com autoria coletiva envolvendo pesquisadores Guarani.

  5. Ação do TJSC

    O Poder Judiciário de Santa Catarina registra o lançamento, em aldeia indígena, da cartilha da Lei Maria da Penha traduzida para a língua Guarani, dentro do trabalho do tribunal com mulheres indígenas.

    Ano e local exato da atividade em conferência pelo portal.
  6. 2026

    Registro de visita técnica e cultural de representantes da Unesc à Tekoá Marangatu, dentro da programação da 8ª Semana Indígena da universidade.

  7. 2026

    Registro de atendimentos semanais de saúde realizados pelo Hospital de Imaruí na comunidade.

Quem vive na Tekoá Marangatu?

Língua e convivência

Na comunidade vivem famílias Guarani Mbya. A língua Guarani está presente na vida cotidiana e também na escola, descrita em registros públicos como bilíngue.

Gerações e conhecimento

Segundo os autores do artigo da Tellus, os anciãos e anciãs — xeramoĩ e xejaryi — ensinam crianças e jovens desde cedo, transmitindo conhecimentos, valores e o olhar Guarani sobre a vida.

Trabalho e terra

A vida documentada envolve a roça, a mata, o rio e o artesanato. Os autores descrevem a coleta de materiais na mata, o cuidado com as nascentes e o pedido de autorização à natureza antes de retirar algo.

Espiritualidade cotidiana

A dimensão espiritual aparece na experiência documentada como parte do dia a dia, e não como episódio isolado — algo que atravessa educação, alimentação e relação com o território.

Fonte: Revista Tellus (2024)

Nhandereko — o modo de viver Guarani

Nhandereko é o modo de viver Guarani. No artigo dedicado à Tekoá Marangatu, os autores explicam que ele não se resume a um costume ou a uma prática isolada: é um conjunto de valores, conhecimentos e relações que organiza a vida da comunidade e depende diretamente da existência de um tekoá — o lugar onde é possível viver como Guarani.

Como registram os próprios autores, sem tekoá não há Nhandereko. Território e modo de vida são inseparáveis, e por isso o cuidado com a mata, com a água e com os animais é descrito como parte da própria continuidade cultural.

Natureza e mataRoçaArtesanatoPescaBanho no rioEspiritualidadeCantosDançasEducaçãoRelação entre gerações

Nhandereko não é uma experiência turística nem um roteiro. É o modo de viver de uma comunidade.

Fonte: “Nhandereko Yvyrupá Py: modo de viver Guarani na Terra Indígena Tekoá Marangatu” (Tellus, 2024)

Espiritualidade

As fontes acadêmicas mencionam a Opy, a casa de reza, como espaço central da vida comunitária e também como escola tradicional, onde os mais velhos ensinam as crianças. O artigo descreve a Opy como lugar de canto e de fortalecimento do espírito, associado ao amanhecer e ao entardecer.

Esta página não descreve rituais reservados, não ensina práticas espirituais e não trata a espiritualidade como atrativo. O que é sagrado pertence à comunidade.

Espaços e práticas espirituais podem possuir regras próprias de acesso e não devem ser fotografados ou visitados sem autorização.

Fonte: Revista Tellus (2024)

Educação e transmissão de conhecimento

A Escola Indígena Tekoá Marangatu atende a comunidade e aparece em registros públicos como escola multisseriada e bilíngue, situada em Cachoeira dos Inácios. Ela participa da preservação e da transmissão dos conhecimentos Guarani entre gerações.

A educação documentada não se limita à sala de aula: os autores descrevem a oralidade, a convivência familiar, a mata e a Opy como espaços de aprendizado. Existem ainda registros de programas universitários de formação docente atuando junto à escola.

A escola é uma instituição de ensino da comunidade, não um ponto de visitação.

Ano de fundação da escolaPublicação da Epagri atribuída à escola

Fonte: Revista Tellus (2024) · Epagri — série Documentos

Artesanato e conhecimento

O artesanato — tembiapó — é descrito nas fontes como cultura, conhecimento e trabalho, transmitido de pais, mães e mais velhos para as novas gerações. Entre as produções citadas estão o ajaká (balaio), os colares (mbo’y), as esculturas de animais (mumba’i), o arco e a flecha e a zarabatana.

Os autores registram que o ajaká é considerado a arte mais importante da cultura Guarani, com significados próprios em suas variações. Antigamente produzido para uso cotidiano, hoje o artesanato também pode gerar renda familiar, sem deixar de fazer parte do Nhandereko. Instituições públicas, entre elas o TJSC, também registram a importância da cestaria e dos saberes mantidos pelos anciãos.

Artesanato Guarani não é “souvenir”: é identidade, conhecimento e trabalho.

Venda atual de artesanatoPontos de comercialização

Fonte: Revista Tellus (2024) · TJSC

Natureza não é cenário — é parte do território

Mata, água, roça, plantas, animais e caminhos aparecem na documentação como partes de um mesmo modo de vida. Os autores descrevem percorrer a mata para buscar material de artesanato, pescar, tomar banho no rio e plantar nas roças como práticas cotidianas ligadas ao Nhandereko.

O texto também registra o cuidado com nascentes e florestas e o entendimento da água como elemento vital. Esta página não lista trilhas, cachoeiras ou mirantes como atrativos: nada disso está confirmado como visitação pública.

Trilhas abertas a visitantesAtrativos naturais de acesso público

Fonte: Revista Tellus (2024)

Alimentação, roça e plantas

A roça é citada nas fontes como parte da rotina da comunidade, com cultivos como mandioca, milho e batata-doce, além de frutas e sementes. O conhecimento sobre ervas medicinais também é descrito como saber transmitido entre gerações, incluindo o preparo de remédios e chás.

Publicações institucionais da Epagri reúnem materiais produzidos com escolas indígenas de Santa Catarina sobre modo de vida, alimentos, ervas medicinais e artesanato. O portal não reproduz receitas nem detalha preparos: conhecimento tradicional não é conteúdo comercial.

Fonte: Revista Tellus (2024) · Epagri — série Documentos

Semana Cultural Indígena

Existem registros públicos de atividades culturais realizadas na comunidade e de semanas indígenas que incluem a Tekoá Marangatu em sua programação, com danças, oficinas, artesanato, plantas medicinais e visitas escolares e universitárias. Há registros de edições realizadas em abril.

Isso não significa que a programação se repita todos os anos da mesma forma. Programação, datas e formato devem ser confirmados diretamente com a comunidade.

Calendário atualProgramação das próximas edições

Fonte: Registro de visita da Unesc durante a 8ª Semana Indígena (2026)

É possível visitar?

Sim, existem registros públicos de visitas educativas, escolares, universitárias e institucionais à comunidade. Mas visita não significa acesso irrestrito: a Tekoá Marangatu é um lugar de moradia, e o acesso depende da autorização e das regras definidas pela própria comunidade.

  • Solicitar autorização antes de qualquer deslocamento.
  • Agendar previamente com quem responde pela comunidade.
  • Respeitar horários e o tempo da comunidade.
  • Seguir integralmente as orientações recebidas no local.
  • Não fotografar pessoas sem consentimento explícito.
  • Não fotografar espaços restritos ou de uso espiritual.
  • Não circular por áreas sem autorização.
  • Não retirar objetos nem coletar plantas.
  • Não tratar a comunidade como espetáculo ou cenário.

O portal não publica telefone, e-mail ou canal de agendamento porque não confirmou um contato institucional atual da comunidade. Nenhum contato foi criado ou presumido.

Contato oficial para visitasRegras atuais de visitação

Visitas que já aconteceram

Visitas escolares

Registros de escolas da região documentam visitas à comunidade e à Escola Indígena Tekoá Marangatu, com caráter educativo e intercâmbio cultural.

Universidade

Registro de visita técnica e cultural de representantes da Unesc durante a 8ª Semana Indígena da instituição, em abril de 2026.

Ações institucionais

O TJSC documenta trabalho com mulheres indígenas Guarani em Santa Catarina, incluindo a cartilha bilíngue da Lei Maria da Penha. O Hospital de Imaruí registra atendimentos semanais de saúde na aldeia.

Produção acadêmica

A comunidade é objeto e coautora de produção acadêmica, com destaque para o artigo sobre o Nhandereko na Terra Indígena Tekoá Marangatu.

Estes registros mostram que existe relação pública e educativa com a comunidade — o que é muito diferente de transformar a aldeia em ponto turístico.

Registro fotográfico

Acervo em construção

Estamos construindo este acervo com responsabilidade. Nenhuma imagem foi publicada porque o portal não possui, até o momento, fotografias próprias com autorização adequada da comunidade. Não utilizamos imagens genéricas, imagens de outras aldeias nem imagens geradas por inteligência artificial para representar a Tekoá Marangatu.

Novas imagens serão publicadas somente quando houver autorização ou licença adequada, com crédito e contexto.

Registros audiovisuais

Registro externo

Existem registros audiovisuais de visitas à Tekoá Marangatu publicados por terceiros. O portal não incorpora esses vídeos nesta página enquanto não confirmar origem, contexto e adequação do conteúdo. Quando houver incorporação, o material será identificado como registro externo/documental — nunca como produção oficial da comunidade.

Vídeos autorizados

Fontes e documentos

Fonte oficial municipal

Situa a aldeia na comunidade de Rio D’Una e apresenta dados de população, número de famílias e área.

Fonte oficial municipal

Registros de ações públicas e notícias envolvendo a comunidade.

Fonte acadêmica

Artigo com autoria coletiva, base das informações sobre território, Nhandereko, Opy, artesanato e educação tradicional.

Base de dados especializada

Registra a área como habitada por Guarani Mbya, em situação jurídica “Reservada”, com dados próprios de área e população.

Fonte institucional

Documenta o trabalho do tribunal com comunidades Guarani em Santa Catarina, incluindo a cartilha bilíngue.

Fonte acadêmica

Dissertações e teses sobre ocupação territorial e organização sociopolítica Mbyá Guarani no estado.

Fonte acadêmica

Estudo sobre organização sociocultural, sociopolítica e direitos territoriais Guarani na região.

Fonte institucional

Acervo com publicações sobre modo de vida, alimentos, ervas medicinais e artesanato Guarani produzidas com escolas indígenas de SC.

Quando duas fontes divergem, o portal registra a divergência em vez de escolher silenciosamente uma delas.

O que ainda estamos confirmando

O portal não preenche lacunas com suposições. Os itens abaixo permanecem em verificação e só serão publicados quando houver fonte confiável ou autorização da comunidade.

Coordenadas públicas exatasLimites territoriais detalhadosHorários regulares de visitaCalendário atualizado de eventosRegras atuais de visitaçãoPossibilidade de compra de artesanatoFotografias autorizadasContatos institucionais atuaisPublicação da Epagri atribuída à escola da comunidadePopulação e área exatas (fontes divergem)

Perguntas frequentes sobre a Tekoá Marangatu

Onde fica a Tekoá Marangatu?

A Tekoá Marangatu fica em área rural do município de Imaruí, em Santa Catarina, na região de Rio D’Una, também identificada nas fontes como Cachoeira dos Inácios. O portal não publica coordenadas nem endereço detalhado por respeito à comunidade.

A Tekoá Marangatu fica em Imaruí?

Sim. Tanto o Portal Municipal de Turismo de Imaruí quanto a produção acadêmica situam a Tekoá Marangatu no município de Imaruí (SC).

Quem vive na comunidade?

Vivem na Tekoá Marangatu famílias do povo Guarani Mbya. Números de população e de famílias variam conforme a fonte e o período de levantamento, por isso o portal os apresenta sempre com atribuição e data.

É possível visitar a aldeia?

Existem registros públicos de visitas educativas, escolares e institucionais à comunidade. Isso não significa acesso livre: qualquer visita depende de autorização prévia e das regras definidas pela própria comunidade.

É necessário agendamento?

Sim. Os registros de visitas documentadas envolvem contato e combinação prévia. O portal não publica contatos por não ter confirmado um canal institucional atual.

O que é Nhandereko?

Nhandereko é o modo de viver Guarani. Segundo o artigo publicado na revista Tellus, ele envolve a relação com a natureza, a roça, o artesanato, a pesca, o banho no rio, a espiritualidade, os cantos, as danças, a educação e as relações entre gerações.

O que é uma Tekoá?

Tekoá é o lugar onde é possível viver o modo de ser Guarani. Conforme registram os autores do artigo, sem tekoá não há como praticar o Nhandereko: território e modo de vida são inseparáveis.

Existe escola indígena na comunidade?

Sim. A Escola Indígena Tekoá Marangatu atende a comunidade e é descrita em registros públicos como multisseriada e bilíngue. A escola participa da transmissão dos conhecimentos Guarani às novas gerações.

A comunidade realiza Semana Cultural?

Há registros públicos de atividades culturais e de semanas indígenas envolvendo a comunidade, inclusive com visitas de instituições de ensino. O portal não mantém calendário: qualquer programação deve ser confirmada diretamente com a comunidade.

É possível comprar artesanato?

As fontes registram que o artesanato Guarani, além de cultura e conhecimento, também pode gerar renda familiar. O portal ainda não confirmou como e quando isso ocorre na Tekoá Marangatu, portanto essa informação permanece em verificação.

Posso fotografar durante uma visita?

Não sem autorização. Fotografar pessoas exige consentimento, e espaços de uso espiritual ou restrito podem não ser fotografáveis. A orientação da comunidade prevalece sempre.

Como respeitar a comunidade durante uma visita?

Pedindo autorização antes, agendando, seguindo as orientações locais, não entrando em áreas restritas, não coletando plantas nem retirando objetos, e compreendendo que se trata de um lugar de moradia e de vida, não de um atrativo turístico.

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Como esta página foi construída

Esta página foi construída a partir de fontes institucionais, acadêmicas e registros públicos. O portal diferencia informação confirmada, informação histórica e informação ainda em verificação. A Tekoá Marangatu é uma comunidade viva, portanto informações sobre visitação, eventos, contatos e regras podem mudar.

Pesquisa documental
Fontes institucionais
Fontes acadêmicas
Revisão editorial
Atualização contínua

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